quinta-feira, 31 de março de 2011
S/S 2012 calçados femininos WGSN
quinta-feira, 10 de março de 2011
Calça ex-girlfriend
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Visual Merchandising
É uma ferramenta de marketing que tem como função mostrar o produto no PV(ponto de venda), pois quando se expõe o produto de forma chame atenção do publico alvo.
A vitrine tem como função de chamar o cliente não contendo muitas informações criando uma estoria que o seu publico, todas as peças tenham coerência de cores estilo das peças.
O profissional de visual merchandising deve se atentar a todos esses detalhes, a começar pela ambientação, os sons, a música ambiente, a exposição e a disposição dos produtos chaves. A missão é transformar o desejo do cliente em necessidade, e para isso devemos aguçar TODOS os sentidos dos nossos clientes, se conseguirmos isso o próximo passo é deixá-lo "cair em tentação".
tem cursos nessa area no senac e no estudio viz
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Na canela: comprimento midi é uma das tendências para o inverno 2011
Tipos de tecidos
Fibras
As fibras sintéticas são man made. As matérias-primas são polímeros da indústria petroquímica, como acrílico, aramidas, nylon, poliamida, poliéster e poliuretano. Nomes esquisitos? Pois essas fibras despontaram com os avanços nos laboratórios, alavancando a indústria têxtil e a criatividade dos estilistas. Apesar de resistirem bem ao passar do tempo, o revés das fibras sintéticas é a vulnerabilidade às mudanças de temperatura. As fibras artificiais, por sua vez, aliam as fontes de celulose e de proteína, criando telas de distintas texturas como acetato, rayon e triacetato – o único porém é que esses materiais são altamente inflamáveis. Entre os tecidos com fibras artificiais, destacam-se os veludos, as lycras e o damasco. Mas na linhagem das fibras sintéticas e as artificiais, as inovações não param, pois novos estudos continuam a experimentar possibilidades para os tecidos, com fios inteligentes e peças high tech.
Tipos de tecidos
Obtido pelo entrelaçamento de fios, nos estilos urdume e trama, formando um ângulo de 90º.
Os franceses se referem a ele como tissu uni, um verbete bastante presente na alta-costura. Entre os tecidos lisos, há variáveis: o tecido simples (como o brim), o tecido composto (como o fustão), o tecido felpudo (como o veludo) e o tecido leno (como a gaze).
Aposta na originalidade dos detalhes, com delicados desenhos no mesmo tom do fundo.
Também lembrado como tecido façonê, é produzido com fios multicoloridos entrecruzados.
Após a tecelagem, recebe estampa de desenhos e ilustrações.
Formado por laços cruzados lateral e verticalmente, de um ou mais fios.
Entrelaçamento de um único tipo de fio.
Entrelaçamento de conjuntos de fios, lado a lado no tear.
Mais conhecida como lad-in, com a inserção periódica de um fio de trama.
Os fios fazem laçadas completas, isto é, nós completos que formam a base da armação.
Como o nome indica, não passa pelos procedimentos tradicionais. Mas os enlaces das camadas de fibras formam uma folha contínua, como o feltro e o perfex.
Estrutura mista e complexa equacionando o tecido comum, o de malha e o não tecido. Nesta composição, entram ainda materiais como filmes e laminados, como lamê e brocado.
Tipos de texturas
Tipos de texturas
Pequenas bolas irregulares. No Brasil, é conhecido como “coco ralado”.
Aspecto irregular, efeito conquistado com o uso de fios encaracolados na trama.
Franjas curtas e grossas, como um tapete.
Áspero e granulado, com crepes sensíveis ao toque.
Graduações de ligeiros relevos, irregulares como as chamas do fogo.
Efeito plissado.
Textura de seda brilhante – a linha do grenadine é usada na alta-costura.
Franzidos na trama, provocando um aspecto encarquilhado.
Desfiável e desconfortável, mas com um efeito estiloso e cinematográfico.
O tecido lembra a mousse, fofa e leve, usada em musselines e crepes georgettes.
Tipos de estampas
Realistas, fotográficas, impressionistas, rabiscadas, abstratas, as flores sempre dão um ar romântico às estampas, com um toque bucólico e ao mesmo tempo sofisticado.
Linhas retas, curvas angulosas, esferas, triângulos, tabuleiros de xadrez, todas as formas geométricas que o compasso e a criatividade permitirem são bem-vindas nas estampas, extrapolando para notas musicais, grafismos e signos cibernéticos.
Datas cívicas, personagens e heróis nacionais, efemérides históricas, datas comemorativas e símbolos patrióticos saltam dos museus às estampas.
Os souvenires mais simbólicos entram nessas estampas, com um ar alegórico de um país em uma época pretensamente “pura”, naïf, isto é, nativa e um tanto ingênua.
Baseados em escolas e tendências de arte, referentes a uma determinada época com seus estilos e estéticas. Classicismo, barroco, art-nouveau, art-déco, modernismo, psicodelismo e pop-art fazem parte dessas inspirações para estampas.
No século XII e XIII, as listras conquistam certa notoriedade – mas não por bons motivos. Inicialmente, ilustravam representações negativas, como as camisetas listradas dos prisioneiros. Saltimbancos, cortesãs, malandros, feiticeiras e personagens diabólicos também eram relacionados a essas riscas. Ao longo da história, esse preconceito se perde no tempo: as listras conquistaram espaço nas camisas, looks românticos, estilo navy, peças colegiais, relacionando-se às ideias de modernidade e juventude.
Fontes
- Fio a fio: tecidos, moda e linguagem, de Gilda Chataignier (Estação das Letras, 2006).
- Textiles and Fashion, de Jenny Udale (Editora Ava, 2008).
- Textiles 5.000 Years, de Jennifer Harris (Editora Abrams, 1993).
- Enciclopédia da Moda, de Georgina O’Hara (Companhia das Letras, 1992).
- The Historical Encyclopedia of Costumes, de Albert Racinet (Studio Editions, 1990).


